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sexta-feira, 28 de setembro de 2012

quarta-feira, 2 de maio de 2012

sexta-feira, 2 de março de 2012

um tesouro...


é uma caixa de desenhos, dos meus desenhos de infância. é uma caixa de garrafas de vinho de vime encanastrado com uma pega de metal pintado de azul turquesa e tem escrito pelo meu Pai a esferográfica M.Guilhermina

domingo, 19 de fevereiro de 2012

quinta-feira, 28 de julho de 2011

os brinquedos...

Encontrei esta máquina de tricotar, à venda na Feira de Velharias, e quase a comprei, mas contive-me..., mais tralha não, please. Tivemos uma igualzinha a esta. Hoje não me apetece escrever..., mas fiz referência a este brinquedo, aqui: http://guiartefactory.blogspot.com/2007/12/carteiras-em-tela-pvc_12.html

domingo, 24 de abril de 2011

les (petits) objets...

Estes dentes de elefante  (a minha irmã quando leu este post, disse-me: - Gui, que vergonha..., achas que são dentes de elefante?!... Sabes que tamanho têm os dentes de elefante? e eu... - Não? Nem de um elefante bebé?...) javali são o que resta de uns poucos de esquisitos objectos, trazidos de África (da Guerra do Ultramar). Um dia eu e a minha irmã conseguimos, sem a minha mãe saber subir ao sótão de casa, cuja a única entrada se fazia por um pequeno alçapão no tecto da minúscula despensa sem escadas. Nunca teve escadas fixas por duas razões: por roubar espaço à já exígua despensa e o medo das nossas aventuras, assim era mais seguro. Foi o delírio, claro! Não havia muita coisa..., mas tinha uma luz única que entrava pelos  intervalos das telhas e um abafado calor que davam um ar misterioso ao espaço e à descoberta. Encontrámos ferros trabalhados que eram candeeiros de tecto e parede antigos, adquiridos pelo Pai em antiquários e leilões, para restauro, e..., caixas de camisas de homem (da nossa ex-loja da Murtosa - Emporium) cheias de pó de talco onde nadavam centenas de selos numas, e uma pele de cobra noutra. Uma caixa grande com um fato camuflado, uma echarpe também com padrão de camuflado que eu viria a usar na adolescência, calções, camisas e casacos-de-saída em bege caqui. Numa pequena caixa estavam estes dentes. Também havia uma lança tribal que gostávamos muito, mas essa sempre esteve na sala, ainda esteve no apartamento do Bairro do Liceu, aqui em Aveiro..., mas entretanto perdeu-se.
Estes pequenos chineses vidrados que gosto muito, fazem parte da história recente e foram oferecidos à Mãe, pela Mara há uns quatro ou cinco anos.

sábado, 23 de abril de 2011

dia de Páscoa

... era assim o dia de Páscoa quando era pequena, depois da azáfama de sábado em que ajudávamos a mãe a fazer o-melhor-pão-de-ló-do-mundo, vários, para oferecer 1 a cada avó, 1 à tia Guilhermina que é a madrinha da Clara e outro para casa, e de fazer os embrulhos das amêndoas para oferecer aos primos e de colocar uma nota e escrever o nome num envelope para os afilhados, e de já no domingo vestir uma roupa completa nova para ir à missa, esperava-nos um almoço especial. Depois preparávamos uma mesa simples na sala de visitas com vinho do Porto, amêndoas e claro o pão-de-ló e esperávamos com ansiedade no portão a visita do padre, que anunciava a chegada com o som da campainha e nós corríamos para dentro a gritar "Já aí vem!", e seguia-se todo aquele ritual igual em todo o lado, e só depois saíamos e íamos primeiro a casa da avó Amélia à Murtosa, depois passávamos em Veiros na casa da tia Guilhermina e seguíamos para Salreu para casa da avó Guilhermina e em todas as casas provávamos as iguarias próprias da época e trazíamos folares com e sem ovo, roscas (regueifa) gigantes, e muitas amêndoas Tipo Francês e umas pequeninas de pinhão coberto de açúcar, muito boas.
Este desenho foi feito por mim na escola (1ª classe).